TURMA 3º "A" 2015 CPM
sábado, 15 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
FÍSICA | Circuitos Mistos
Em diversas situações podemos dispor de um circuito
elétrico composto por resistores ligados tanto em paralelo, quanto em série.
Esses circuitos recebem o nome de circuito misto. Embora
esse tipo de circuito nos pareça complexo, podemos encontrar o resistor
equivalente. Para isso, basta fazermos uma análise por partes do problema.
Vejamos a figura acima. Podemos ver que não se trata de um circuito elétrico simples, no sentido de que todos os resistores estejam ligados em série ou em paralelo. Podemos ver que os resistores 1 e 2 estão ligados em paralelo, já o resistor 3 é ligado em série com o conjunto dos resistores 1 e 2.
Com a finalidade de acharmos o resistor equivalente do circuito acima, primeiramente temos que combinar os resistores 1 e 2 e fazer a substituição deles pelo resistor equivalente Rp com resistência.
Vejamos a figura acima. Podemos ver que não se trata de um circuito elétrico simples, no sentido de que todos os resistores estejam ligados em série ou em paralelo. Podemos ver que os resistores 1 e 2 estão ligados em paralelo, já o resistor 3 é ligado em série com o conjunto dos resistores 1 e 2.
Com a finalidade de acharmos o resistor equivalente do circuito acima, primeiramente temos que combinar os resistores 1 e 2 e fazer a substituição deles pelo resistor equivalente Rp com resistência.
Desta forma, a nova configuração do circuito fica
com apenas dois resistores em série (Rp e R3), que
podem agora ser substituídos por apenas um resistor R equivalente:
R=Rp +R3
Utilizando este método podemos fazer a análise de vários circuitos elétricos mistos, sempre achando, primeiramente, o resistor equivalente para cada conjunto de resistores.
R=Rp +R3
Utilizando este método podemos fazer a análise de vários circuitos elétricos mistos, sempre achando, primeiramente, o resistor equivalente para cada conjunto de resistores.
Quando
encontrada a resistência equivalente, podemos encontrar também o valor da
corrente elétrica que a percorre e achar também o valor da ddp e da potência
dissipada por cada um dos resistores.
Vejamos o exemplo abaixo:
Qual o valor da corrente elétrica que circula pelo circuito a seguir e a potência total dissipada nele? A bateria fornece 25 volts e todos os resistores são de 100 ?
Qual o valor da corrente elétrica que circula pelo circuito a seguir e a potência total dissipada nele? A bateria fornece 25 volts e todos os resistores são de 100 ?
Circuito elétrico misto
Inicialmente
devemos encontrar o valor da resistência equivalente para o circuito misto. A
corrente elétrica pode ser calculada através da seguinte equação: (U = R
. i), e a potência pode ser determinada diretamente dos valores da
resistência e da corrente.
Circuito elétrico com resistores associados em
série
Primeiramente,
combinamos os resistores que estão em paralelo. O conjunto R1 eR2 podem
ser substituídos por um resistor equivalente de resistência:
O mesmo ocorre para o conjunto R4 e R5. Ficamos com
um circuito composto de 3 resistores em série, com resistências de 50, 100 e 50
?. A resistência equivalente deste conjunto é:
R = 50 + 100 + 50 = 200
R = 50 + 100 + 50 = 200
Vemos que a corrente que passa pelo circuito é de:
A potência total dissipada é:
P = R .i2 ⇒ P=200 .(0,125)2 ⇒ P = 3,125 W
Logo, desta forma sabemos que um circuito misto é aquele que dispõe de componentes eletrônicos conectados tanto em paralelo quanto em em série, associados a uma só fonte de tensão.
O circuito misto possui alguns pontos de consumo ligados em série e outros em paralelo, ou seja, apresentam seus elementos ligados uns em série e outros em paralelo.
Como o circuito misto é uma composição de circuitos em série com circuitos em paralelo, logo este apresenta em um único circuito as características dos dois circuitos anteriores, ou seja, trechos com funcionamento independente (circuito paralelo) e trechos com funcionamento dependente (circuito série).
P = R .i2 ⇒ P=200 .(0,125)2 ⇒ P = 3,125 W
Logo, desta forma sabemos que um circuito misto é aquele que dispõe de componentes eletrônicos conectados tanto em paralelo quanto em em série, associados a uma só fonte de tensão.
O circuito misto possui alguns pontos de consumo ligados em série e outros em paralelo, ou seja, apresentam seus elementos ligados uns em série e outros em paralelo.
Como o circuito misto é uma composição de circuitos em série com circuitos em paralelo, logo este apresenta em um único circuito as características dos dois circuitos anteriores, ou seja, trechos com funcionamento independente (circuito paralelo) e trechos com funcionamento dependente (circuito série).
EQUIPE: Matheus Gomes e Marcelo Augusto
LITERATURA | Segunda Geração Modernista
O sentimento regionalista da geração de 30 e o canto do pássaro nordestino:
Patativa do Assaré
O modernismo foi uma fase de ruptura que
destruiu antigas estéticas no mundo da arte. A literatura no Brasil passou a
ser voltada para as raízes nacionais, e a ideologia da época estava direcionada
para a análise crítica da relação entre o homem e a sociedade. Também chamada
de neorrealista, a fase do modernismo retomou parcialmente as ideias do
naturalismo, mas considerando o homem como um ser de conflitos interiores e
traços emocionais. Na primeira geração, a de 1922, a literatura desvinculou-se
do passado colonizador, e inseriu uma linguagem de inovações formais e
estéticas.
Segunda geração modernista
A Segunda Geração Modernista, também chamada de
Geração de 1930, se consolidou em um período de tensões ideológicas em período
de guerras. Acontecia a Segunda Guerra Mundial, e o Estado novo no Brasil –
ditadura de Getúlio Vargas 1937-45. Nesta época, ditaduras foram surgindo e
grandes transformações aconteceram na política brasileira.
O pessimismo estava presente em toda a sociedade, o que gerou uma
inquietação que se refletiu nas expressões literárias. Na Geração de 1930, a
literatura passou a ser mais voltada à realidade social brasileira, e sua prosa
dividiu-se em três vertentes.
A prosa regionalista
inspirou-se no regionalismo nordestino, mostrando problemas sociais decorrentes
da crise, além da atividade açucareira
e das correntes migratórias, enfatizando o descaso dos políticos.
Os representantes românticos desta fase, cultuavam a prosa urbana. Esta mostrava os conflitos sociais e
a relação entre o homem e o
meio, e o homem e a sociedade.
Já a prosa intimista representava uma inovação do período.
Baseada em teorias freudianas, esta prosa mostrava mais os conflitos íntimos
dos personagens, além de seu mundo interior.
Características
Como citado
anteriormente, esta fase buscava refletir a realidade social e econômica
brasileira. Os romances eram carregados de denúncias e mostravam as relações do
“eu” com o restante do mundo. O regionalismo teve grande importância nesta
fase, destacando a seca, a migração, os problemas do trabalhador rural e a
miséria. Dentre as temáticas trabalhadas, entraram também os romances urbanos e
psicológicos. Se comparado à era naturalista, o modernismo, em sua segunda
fase, afastou-se do apego ao cientificismo.
Principais
autores e obras da época:
·
Rachel de Queiroz: “O Quinze e João Miguel”, “Caminho das Pedras”,
“As três Marias”, “Dôra, Doralina” e “Memorial Moura”.
·
José Lins do Rego: “Menino de Engenho”, “Doidinho”, “Banguê”,
“Usina” e “Fogo Morto”.
·
Graciliano Ramos: “Caetés”, “São Bernardo”, “Angústia”, “Vidas
Secas”, “Insônia”, “Infância”, “Memórias do Cárcere” e “Viagem”.
·
Jorge Amado: “Cacau”, “Jubiabá”, “Capitães de Areia”, “Terras do
Sem-Fim”, “São Jorge dos Ilhéus”, “Quincas Berro D´água”, “Os pastores da
Noite”, “Dona Flor e seus dois maridos”, “Tenda dos Milagres”, “Teresa Batista
cansada de guerra”, “Tieta do Agreste”, “Farda, fardão, camisola de dormir” e “A
descoberta da América pelos Turcos”
·
Érico Veríssimo: “Clarissa”, “Música ao Longe”, “Um Lugar ao Sol”,
“Olhai os Lírios do Campo”, “O resto é silêncio”, “O Tempo e o Vento” e “O
Retrato”.
A poesia do Patativa do Assaré
No século XIX, o sertanismo foi um dos desdobramentos
do regionalismo adotado por José de Alencar em alguns romances como meio de
concretizar seu ideal de constituir a nação através de produção literária
abrangente no tempo e no espaço
No segundo
momento do Modernismo brasileiro, nos anos de 1930, como já foi citado nessa
publicação, o sertão assume importância fundamental na construção de romances
que se dedicam à representação crítica da sociedade brasileira, consolidando-se
como um dos espaços reais e imaginários mais recorrentes na produção literária
nacional, e que, mais do que cenário, serviu como motivo central em obras
fundamentais como Os Sertões, de Euclides da Cunha; Vidas secas, de Graciliano
Ramos; Grande sertão:veredas, de João Guimarães Rosa; Morte e vida Severina, de
João Cabral de Melo Neto, entre muitas outras obras.
Tão variados
são os enfoques através dos quais o sertão foi percebido e descrito pelos
escritores ao longo dos séculos que seria possível descrever os diversos
momentos da literatura brasileira a partir de sua representação, oscilando
entre o retrato idealizado e idealizador e uma perspectiva mais realista. Como
ponto de contato entre esses distintos modos de representação, entretanto,
despontam traços como a ênfase na beleza, exuberância e força da natureza; na relação
visceral entre o sertanejo e seu espaço; na tenacidade desse sertanejo, que
resiste a toda sorte de provações impostas pelo meio e pelas estruturas sociais
que opõem o mundo do sertão ao espaço da cidade e do litoral.
Se a
hipotética proposta de escrever a história da literatura brasileira a partir do
tema do sertão não se fechar em torno da produção canônica escrita, certamente
será encontrada expressiva quantidade e variedade de obras, já que
manifestações de literatura popular, tradicional e oral cantam o sertão em
prosa e verso. Nesse contexto, a Literatura de Cordel, bastante difundida no
nordeste e norte do país, figura como importante fonte de estudo e de análise
do modo como o sertão tem sido representado, e Patativa do Assaré, um dos
expoentes máximos dessa manifestação cultural, pode ser lido como um cantador
do sertão.
Uma das principais figuras da música
nordestina do século XX. Segundo filho de uma família pobre que vivia
da agricultura de subsistência, cedo ficou cego do olho direito por causa de
uma doença. Com a morte de seu pai, quando tinha oito anos de idade, passou a
ajudar sua família no cultivo das terras. Aos doze anos, frequentava a escola
local, em qual foi alfabetizado, por apenas alguns meses . A partir dessa época, começou a fazer
repentes e a se apresentar em festas e ocasiões importantes. Por volta dos
vinte anos recebeu o pseudônimo de Patativa, por ser sua poesia
comparável à beleza do canto dessa ave.
Indo constantemente à Feira do Crato onde
participava do programa da Rádio Araripe, declamando seus poemas.
Numa destas ocasiões é ouvido por José Arraes de Alencar que, convencido de seu
potencial, lhe dá o apoio e o incentivo para a publicação de seu primeiro
livro, Inspiração Nordestina, de 1956.
Este livro teria uma segunda edição com acréscimos
em 1967, passando a se chamar Cantos do Patativa . Em 1970 é lançada nova coletânea de poemas,Patativa
do Assaré: novos poemas comentados, e em 1978 foi lançado Cante lá
que eu canto cá. Os outros dois livros, Ispinho e Fulô e Aqui
tem coisa, foram lançados respectivamente nos anos de 1988 e 1994. Foi casado
com Belinha, com quem teve nove filhos. Faleceu na mesma cidade onde nasceu.
Obteve popularidade a nível nacional, possuindo
diversas premiações, títulos e homenagens (tendo sido nomeado por cinco
vezes Doutor Honoris Causa). No entanto, afirmava nunca ter buscado
a fama, bem como nunca ter tido a intenção de fazer profissão de seus versos.
Patativa nunca deixou de ser agricultor e de morar na mesma região onde se
criou(Caririri) no interior do Ceará. Seu trabalho se distingue pela
marcante característica da oralidade. Seus poemas eram feitos e guardados na
memória, para depois serem recitados. Daí o impressionante poder de memória de
Patativa, capaz de recitar qualquer um de seus poemas, mesmo após os noventa
anos de idade.
A transcrição de sua
obra para os meios gráficos perde boa parte da significação expressa por meios
não-verbais (voz, entonação, pausas, ritmo, pigarro e a linguagem corporal
através de expressões faciais, gestos) que realçam características expressas
somente no ato performático (como ironia, veemência, hesitação, etc.). A
complexidade da obra de Patativa é evidente também pela sua capacidade de criar
versos tanto nos moldes comonianos (inclusive sonetos na forma
clássica), como poesia de rima e métrica populares (por exemplo, a décima e a
sextilha nordestina). Ele próprio diferenciava seus versos feitos em linguagem
culta daqueles em linguagem do dia a dia (denominada por ele de poesia
"matuta").
EQUIPE: Adenilson Nascimento e João Vitor
PORTUGUÊS | Textos de informatividade
O que é fofoca?
É um substantivo feminino que significa
bisbilhotice, mexerico. A fofoca consiste no ato de descobrir uma informação
sobre alguém e posteriormente contar essa informação a uma ou várias pessoas.
A origem da palavra fofoca é
desconhecida, no entanto algumas pessoas afirmam que pode ter surgido de um
dialeto africano.
A fofoca é praticada de uma pessoa
xereta, que tenta descobrir segredos sobre alguém para compartilhar com outras
pessoas. Em muitas ocasiões, o segredo partilhado pode nem ser verdade, mas é
divulgado de igual forma.
O que é Hoax?
É uma
palavra em inglês que significa embuste ou farsa. Um Hoax é uma mentira
elaborada que tem como objetivo enganar pessoas. A internet é um meio onde há a
proliferação de vários hoaxes.
A
origem desde palavra é controversa, mas alguns especialistas em etimologia
afirmam que hoax deriva da palavra hocus (usada na expressão hocus pocus. Que
era proferida como um encantamento por alguns mágicos). A palavra também pode
ser usada no sentindo de enganar alguém com uma brincadeira do estilo
“pegadinha”.
A internet é uma ferramenta poderosa de
compartilhamento de informação, e potencia igualmente a propagação de
informação enganosa. Existem vários tipos de hoaxes, que apresentam estratégias
diferentes para enganar as pessoas. Alguns Hoaxes são boatos coma intenção de
criar uma corrente e conseguir o maior número de visualizações, sendo uma forma
de spam. No entanto, um hoax pode ter um motivo mais obscuro, de tentar
transmitir um vírus informático ou extorquir dinheiro de alguém.
O que são lendas urbanas?
São fontes de medo e
estórias por todo mundo. São mentiras contadas de tal forma como se fosse
verdade. O avanço da internet e sua popularização fizeram com que esses boatos
ganhassem mais força e se tornassem mais difundidos. Há quem diga que algumas
dessas lendas urbanas foram inspiradas em casos reais.
Atualmente, devido a sua tamanha
difusão, já podem ser considerados como um folclore que corre todo o mundo.
Normalmente, a frase inicial dessas historietas se dá como “isso acontece com
um conhecido de um amigo meu”. As lendas urbanas costumam variar muito, isso
por que depois de serem repetidas por pessoas diversas se torna uma espécie de
telefone sem fio.
Rumores
Supostamente
verdadeiro, mas sua autenticidade não é fácil de verificar. Envolve situações
de interesse geral com pouco ou nenhum teor apelativo. Após investigação
rumores podem (ou não) se confirmar parcial ou totalmente.EQUIPE: Maria Haryanna e Nayane Soares
HISTÓRIA | Segunda Guerra Mundial

O marco inicial ocorreu no ano de 1939, quando o exército alemão invadiu a Polônia. De imediato, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes na época, formaram-se dois grupos : Aliados (liderados por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos) e Eixo (Alemanha, Itália e Japão ).
Este importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição nestas cidades.
Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.
Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU ( Organização das Nações Unidas ), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.
EQUIPE: Carlos Eduardo, Davi Cardoso e Rodrigo Telles.
sábado, 1 de agosto de 2015
QUÍMICA | Funções Oxigenadas - Química Orgânica

As funções
orgânicas oxigenadas, como o próprio nome já diz, são aquelas que
apresentam o oxigênio como constituinte.
Depois do carbono e do
hidrogênio, o oxigênio é o elemento químico mais encontrado nas substâncias orgânicas,
daí a enorme diversidade de compostos oxigenados.
Veja abaixo as funções
oxigenadas mais importantes, bem como suas principais características.
vÁlcool
Os
álcoois são compostos orgânicos que apresentam um ou mais grupos hidroxila (–O
H) ligados a um carbono saturado.
O grupo funcional dos álcoois é a hidroxila. De acordo com o número
de hidroxilas, os álcoois podem ser classificados em:
·
Monoálcoois –
apresentam apenas um grupo hidroxila. Este grupo ainda é subdividido de acordo
com o tipo de carbono no qual a hidroxila está ligada:
Ø Álcool
primário – hidroxila ligada a um carbono primário;
Ø Álcool
secundário – hidroxila ligada a um carbono secundário;
Ø Álcool
terciário – hidroxila ligada a um carbono terciário;
·
Diálcoois –
contêm dois grupos hidroxila;
·
Poliálcoois –
contêm três ou mais grupos hidroxila;
A nomenclatura dos álcoois, segundo
a IUPAC,
deve ser feita da seguinte forma: número de carbonos + tipo de
ligação + sufixo OL.
Etanol e
metanol são dois exemplos de álcoois importantes. O etanol (ou álcool etílico)
é utilizado como combustível de automóveis e na produção de bebidas alcóolicas.
Já o metanol é usado como solvente em reações industriais, além de ser matéria
prima para a produção de alguns polímeros, como a fórmica.
vFenóis
São
compostos orgânicos que contêm um ou mais grupos hidroxila ligados a um anel
aromático.
Os
fenóis também podem ser classificados conforme a quantidade de hidroxilas
presentes na molécula:
·
Monofenois –
apresentam apenas uma hidroxila;
·
Difenois –
apresentam duas hidroxilas;
·
Polifenois –
apresentam 3 ou mais hidroxilas;
Na nomenclatura IUPAC dos fenóis,
utiliza-se o prefixo hidroxi seguido
do nome do hidrocarboneto. Exemplo:
Nos
fenóis, o grupo funcional é a hidroxila, assim como nos álcoois. A diferença
entre esses dois grupos é que, nos álcoois, a hidroxila está ligada a um
carbono saturado, enquanto nos fenóis, o grupo –OH está ligados a um átomo de
carbono do anel aromático.
O
hidroxibenzeno é o fenol mais simples e mais importante desse grupo de
compostos orgânicos. É utilizado pela indústria na produção de antissépticos,
ácido pícrico, fenolftaleína, entre outras aplicações.
vÉteres
Todo composto orgânico que apresenta um
átomo de oxigênio ligado a duas cadeias carbônicas recebe o nome de éter.
Os
éteres, também chamados de óxidos orgânicos, possuem 3 fórmulas gerais: R – O –
R’, Ar – O – Ar e Ar – O – R (onde R representa um radical e Ar, um anel
aromático).
De
acordo com a IUPAC, existem duas maneiras de dar nome aos éteres:
1º. Colocando
o termo óxi entre os nomes dos dois grupos que formam o
composto. Veja:
2º. Escrevendo os radicais em ordem alfabética
e acrescentando a palavra éter no final:
Um dos principais exemplos dessa classe de
compostos é o éter comum (CH3 – O – CH2 – CH3), muito usado
como anestésico por inalação, e como solvente polar em indústrias químicas e
laboratórios.
vAldeídos
Os
aldeídos são compostos orgânicos que apresentam o grupo carbonila ligado à
cadeia carbônica.
Segundo as regras da IUPAC, a nomenclatura
dos aldeídos recebe a terminação al. Deve-se
considerar a cadeia mais longa que possui o grupo funcional e numerá-la a
partir dele. Exemplo:
Como
exemplo de aldeído, podemos citar o metanal (aldeído fórmico ou formaldeído) é
usado na conservação de cadáveres e de peças anatômicas e na produção de
plásticos, explosivos e medicamentos.
vCetonas
As
cetonas apresentam um grupo carbonila formado por um carbono secundário.
Na nomenclatura IUPAC desses compostos
utiliza-se a terminação ona, e a numeração
da cadeia deve começar pela extremidade mais próxima do grupo funcional.
O
exemplo mais característico do grupo das cetonas é a propanona (ou
dimetil-cetona), conhecida comercialmente como acetona. Trata-se de um líquido
extremamente volátil e de odor forte, muito usado como solvente de esmaltes,
tinas e vernizes.
vÁcidos
carboxílicos
Os ácidos
carboxílicos são compostos orgânicos que apresentam um ou mais
grupos carboxila (– COOH) ligados à
cadeia carbônica.
A
nomenclatura oficial dos ácidos carboxílicos é feita da seguinte maneira:
Ácido + número de carbonos da cadeia + tipo de ligação + terminação oico
Um
exemplo de ácido carboxílico é o ácido acético, presente no vinagre, sendo
responsável pelo seu sabor azedo.
EQUIPE: Brunna Gerlanny, Laís
Milena e Lara Sofia
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